Fonte: Wikipedia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o_de_gest%C3%A3o
Sistema de informação de gestão
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Sistema de informação de gestão ou sistema de informações gerenciais
(SIG; do inglês, management information system—MIS) é um sistema de informação,
A WordNet descreve um sistema de informação como "um sistema que consiste na rede de canais de comunicação numa organização".[2]
Um sistema de informação é composto por todos os componentes
que recolhem, manipulam e disseminam dados ou informação.
Incluem-se tipicamente hardware, software, pessoas, sistemas
de comunicação como linhas telefónicas, e os dados propriamente ditos.
As actividades envolvidas incluem a introdução de dados,
processamento dos dados em informação, armazenamento de ambos,
e a produção de resultados, como relatórios de gestão.
que recolhem, manipulam e disseminam dados ou informação.
Incluem-se tipicamente hardware, software, pessoas, sistemas
de comunicação como linhas telefónicas, e os dados propriamente ditos.
As actividades envolvidas incluem a introdução de dados,
processamento dos dados em informação, armazenamento de ambos,
e a produção de resultados, como relatórios de gestão.
Como área de estudo é tipicamente referida como administração
ou gestão de tecnologias de informação.
O estudo de sistemas de informação é vulgarmente uma disciplina
de administração e gestão comercial, e envolve frequentemente
desenvolvimento de software, mas também se distingue
concentrando-se na integração de sistemas computadorizados
mediante os objectivos da organização. Esta área de estudo não deve,
no entanto, ser confundida com ciência da computação,
sendo esta mais teórica e matemática por natureza, ou com
engenharia dos computadores.
ou gestão de tecnologias de informação.
O estudo de sistemas de informação é vulgarmente uma disciplina
de administração e gestão comercial, e envolve frequentemente
desenvolvimento de software, mas também se distingue
concentrando-se na integração de sistemas computadorizados
mediante os objectivos da organização. Esta área de estudo não deve,
no entanto, ser confundida com ciência da computação,
sendo esta mais teórica e matemática por natureza, ou com
engenharia dos computadores.
No contexto empresarial, os sistemas de informação ajudam
os processos de negócio e operações, tomadas de decisão e estratégias competitivas.
os processos de negócio e operações, tomadas de decisão e estratégias competitivas.
Índice |
[editar]Papel de suporte funcional
A função de suporte aos processos e operações de negócio
é a mais básica: envolve recolhimento, registo, armazenamento
e pré-processamento de dados. Os sistemas de informação ajudam
os processos e operações, tornando-os mais ágeis, baratos,
padronizados e rastreáveis:
é a mais básica: envolve recolhimento, registo, armazenamento
e pré-processamento de dados. Os sistemas de informação ajudam
os processos e operações, tornando-os mais ágeis, baratos,
padronizados e rastreáveis:
- registrando e armazenando dados das vendas, compras,
- investimentos, salários e outra contabilidade;
- processando os registros de contabilidade em previsões
- de lucro, balanço, relatórios de gestão, e outras forma
- s de informação financeira;
- registrando e armazenando dados do inventário, trabalho em curso,
- reparação e manutenção de equipamento, cadeia de fornecimento,
- e outros registros de produção/operação;
- processando estes registros de operações em agendas de produção,
- controladores, sistemas de inventário, e sistemas de monitorização da produção;
- registrando e armazenando dados sobre o pessoal, salários,
- histórico de contratações, e outros registros de recursos humanos;
- processando estes registos em relatórios de despesas com pessoal
- , e relatórios baseados em desempenho;
- registrando e armazenando dados de mercado,
- perfis de cliente, histórico de compras por cliente,
- estudos de mercado, publicidade, e outros registos de marketing;
- processando estes registros de marketing em
- relatórios de elasticidade publicitária, planos de marketing,
- e relatórios de vendas;
- registrando e armazenando dados de análise dos competidores,
- industriais, objectivos empresariais, e outros registros de gestão estratégica;
- processando estes registros de gestão estratégica em
- relatórios de trocas industriais, quotas de mercado,
- planejamento de objetivos, e modelos de portfolio;
- usando os pontos supracitados para implementar,
- controlar e monitorizar planos, estratégias, tácticas
- , novos produtos, novos modelos de negócio, ou novos investimentos.
Previamente a um investimento em tecnologia de informação,
torna-se necessário alinhar quais as informações que serão necesárias. Essas informações deverão estar alinhadas com os objetivos da organização, e só assim elas podem agregar valor para os tomadores de decisão.
torna-se necessário alinhar quais as informações que serão necesárias. Essas informações deverão estar alinhadas com os objetivos da organização, e só assim elas podem agregar valor para os tomadores de decisão.
[editar]Papel de suporte à decisão
A função de suporte à elaboração de decisões de negócio
vai um passo mais à frente. É parte integrante na tomada de decisões.
Permite aos utilizadores formular questões "E se..?":
E se aumentarmos o preço em 5%? ;
E se aumentarmos o preço em 10%? ;
E se reduzirmos o preço em 5%? ;
E se aumentarmos o preço em 10% agora, e reduzi-lo em 5% em três meses?
Também permite aos utilizadores ligar com contingências:
E se a inflação aumenta em 5% (em vez dos 2% previstos), o que fazer?
Que fazer se formos confrontados com a greve ou uma nova ameaça da concorrência?
vai um passo mais à frente. É parte integrante na tomada de decisões.
Permite aos utilizadores formular questões "E se..?":
E se aumentarmos o preço em 5%? ;
E se aumentarmos o preço em 10%? ;
E se reduzirmos o preço em 5%? ;
E se aumentarmos o preço em 10% agora, e reduzi-lo em 5% em três meses?
Também permite aos utilizadores ligar com contingências:
E se a inflação aumenta em 5% (em vez dos 2% previstos), o que fazer?
Que fazer se formos confrontados com a greve ou uma nova ameaça da concorrência?
A ferramenta de elaboração de decisões mais básica e versátil é
a folha de cálculo, mas estas são, por norma,
muito pouco amigáveis em termos de interface.
Programas mais sofisticados costumam incorporar ferramentas
de tomadas de decisão estatísticas como análise de sensibilidade,
análise Monte Carlo, análise de risco, análise de quebra e
análise de Bayes.
Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo
Se, por exemplo, se encontra a utilizar
um sistema de informação para decidir sobre a introdução
de um novo produto, o programa deve incorporar ferramentas
como análise logit,análise B.C.G (Boston Consulting Group)., análise conjunta,
análise de margem de contribuição, escalonamento multi-dimensional,
análise multifactoral G.E., análise de factor,
análise de cluster, análise discriminativa, quality function deployment, regressão preferencial, e tradução preferência-grau.
a folha de cálculo, mas estas são, por norma,
muito pouco amigáveis em termos de interface.
Programas mais sofisticados costumam incorporar ferramentas
de tomadas de decisão estatísticas como análise de sensibilidade,
análise Monte Carlo, análise de risco, análise de quebra e
análise de Bayes.
Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo
Se, por exemplo, se encontra a utilizar
um sistema de informação para decidir sobre a introdução
de um novo produto, o programa deve incorporar ferramentas
como análise logit,análise B.C.G (Boston Consulting Group)., análise conjunta,
análise de margem de contribuição, escalonamento multi-dimensional,
análise multifactoral G.E., análise de factor,
análise de cluster, análise discriminativa, quality function deployment, regressão preferencial, e tradução preferência-grau.
[editar]Papel de suporte estratégico
Os sistemas de informação podem ajudar no posicionamento
competitivo de uma empresa. Distinguem-se três níveis de análise.
competitivo de uma empresa. Distinguem-se três níveis de análise.
- Os suportes na ajuda ao controlo da cadeia interna.
- Estes são os mais recentes, os mais pragmáticos
- e encontram-se ao alcance do gestor. São soluções de
- redução de custo e gestão do desempenho. Indicam-se
- sob o nome "análise de fluxo de negócio"
- (BWA -business wrkflow analysis) ou
- "sistemas de gestão de negócio p2p". Redes de ferramentas asseguram
- o controlo do conjunto de funções da empresa;
- o efeito em tempo real dos custos de disfunções
- perturba a contabilidade, avaliação e relatório dos resultados financeiros,
- articulados na avaliação e nos relatórios de controlo de qualidade.
- Qualquer empresa de sucesso tem uma (ou duas)
- funções que desempenha melhor que a competição:
- competência de núcleo.
- Se uma competência de núcleo de uma empresa lhe
- oferece uma vantagem no mercado a longo prazo,
- é designada de vantagem competitiva persistente.
- Para uma competência de núcleo atingir este nível terá que se tornar difícil de imitação, única, persistente, superior à concorrência, e aplicável a múltiplas situações.
- Alguns exemplos de características empresariais que
- podem constituir uma vantagem competitiva persistente são:
- melhor qualidade do produto,
- contratos de distribuição extensíveis,
- equidade acumulada no ramo
- e reputação positiva da empresa,
- técnicas de produção de baixo custo,
- patentes e direitos de autor,
- monopólios protegidos pelo estado,
- e melhores equipes de funcionários e gestores.
- A lista de características de uma vantagem competitiva persistente é muito extensa.
- No entanto existem alguns comentadores que defendem que no
- mundo da concorrência rapidamente adaptativa,
- nenhuma dessas vantagens consegue persistir por um longo prazo.
- Estes defendem que a única vantagem competitiva verdadeiramente persistente é
- construir uma organização tão alerta e ágil que consiga sempre
- detectar vantagens imediatamente, independentemente das alterações no mercado.
- Os sistemas de informação muitas vezes ajudam
- e ocasionalmente constituem estas vantagens competitivas.
- A rápida velocidade das mudanças tornou crítico
- o acesso à informação pontual e actual em ambientes
- competitivos. Os sistemas de informação,
- tal como os sistemas de rastreio de ambiente comercial,
- ajudam praticamente todas as vantagens competitivas.
- Um exemplo é a Wal-Mart, que usavam uma extranet
- para integrar toda a sua cadeia de fornecimento.
- Esta utilização dos sistemas de informação deu a
- Sam Walton uma vantagem competitiva durante
- duas décadas. Outro exemplo é a Dell Computer,
- que usava a Internet para comercializar PC's à medida.
- Michael Dell ainda beneficia desta promoção
- de baixo custo e técnica de distribuição.
- Outros exemplos são eBay, Amazon.com,
- Federal Express, e análise de fluxo de negócios Oberon-bwa.
[editar]Papel de monitorização de desempenho
Os SIG não se resumem à análise de dados e estatísticas:[3]
precisam ser utilizados como ferramenta de
administração por objectivos(MBO - management by objectives), e ajudam a:
precisam ser utilizados como ferramenta de
administração por objectivos(MBO - management by objectives), e ajudam a:
- estabelecer objetivos relevantes e quantificados
- monitorizar resultados e desempenhos (taxas de sucesso)
- enviar alertas, em alguns casos diariamente, aos gestores
- de cada nível da organização, em todas as variações
- entre resultados e objectivos pré-estabelecidos e orçamentos.
[editar]Os SIG como barreira de entrada
Uma vantagem estratégica importante é a "barreira de entrada".
Existem várias formas de uma companhia, tendo investido em
tecnologias de informação, poder recuperar o investimento para criar,
aumentar ou manter barreiras de entrada.
Existem várias formas de uma companhia, tendo investido em
tecnologias de informação, poder recuperar o investimento para criar,
aumentar ou manter barreiras de entrada.
- Aumento do investimento nas TI de suporte a c
- ompetência de núcleo. As empresas de sucesso tendem
- a ter uma ou duas competências de núcleo que desempenham
- melhor que a concorrência. Pode ser qualquer coisa,
- desde o desenvolvimento de um novo produto a um serviço de clientes.
- A tecnologia de informação é muitas vezes uma
- entrada importante nesta competência de núcleo.
- investimento pode constituir uma grande barreira de entrada;
- Aumento do investimento nas TI em redes de cadeia de fornecimento.
- As empresas que constam como parte de um sistema
- de fornecimento integrado estabeleceram relações
- de segurança com os fornecedores, o que garante
- um decréscimo nos prazos de entrega, entregas
- sem problemas e fornecimento assegurado. T
- ambém pode incluir descontos e tratamento personalizados.
- A incapacidade das novas empresas em suportar e
- stes sistemas de gestão de cadeia de fornecimento
- e inventariado pode constituir uma grande barreira de entrada;
- Aumento do investimento nas TI na gestão dos canais de distribuição.
- Tal como as redes de fornecimento, os investimentos
- nos sistemas de gestão de canais de distribuição
- pode assegurar prazos de entrega menores, entregas
- livres de problemas, e tratamento preferencial.
- O investimento nesta tecnologia, e a experiência adquirida na aprendizagem de como utilizá-la, pode ser uma importante barreira de entrada. Quando o sistema de gestão de canais de distribuição é exclusivo pode oferecer à empresa algum controlo sobre os retalhistas envolvidos.
- Aumento do investimento nas TI em equidade no ramo. Muitas vezes as empresas investem quantias avultadas em publicidade, que é facilitada pelo investimento em sistemas de informação de marketing e sistemas gestão de relações de clientes (CRM). Um nome de um produto que não seja apelativo é uma barreira de entrada formidável;
- Aumento do investimento nas TI em processos de produção (1).
- Os sistemas de informação tornaram-se uma necessidade
- na gestão de processos de produção extensos.
- Os sistemas automatizados são a forma mais
- eficiente em termos de custos de organizar processos
- de produção em grande escala. Estas empresas
- podem obter mais facilmente economias de escala
- na promoção, compra, e produção; economias de escopo
- na distribuição e promoção; sobrecarga reduzida
- na alocação por unidade; redução dos tempos mortos.
- Esta vantagem absoluta nos custos pode ser uma importante barreira de entrada;
- Aumento do investimento nas TI em processos
- de produção (2). Estes investimentos permitem à empresa
- maior flexibilidade no nível global de produção.
- Michael Porter defende que economias de escala
- são barreiras de entrada, lado a lado com as vantagens
- absolutas de custos que oferecem. Isto porque,
- uma companhia que produz a um nível da curva de
- custo médio de longa duração, onde existam economias
- de escala, tem potencial para obter reduções de custos
- no futuro, e este potencial constitui uma barreira de entrada;
- Aumento das vantagens da curva de aprendizagem
- pela experiência com as TI. Assim que uma empresa
- ganha experiência utilizando TI, torna-se familiarizada
- com uma série de práticas mais ou menos conhecidas
- para outras empresas na indústria. Empresas externas
- à indústria não estão, geralmente, familiarizadas com
- os aspectos específico
- s destes sistemas. As novas empresas terão
- este fator como desvantagem se não redefinirem
- as práticas industriais e exceder as empresas existentes;
- Aumento do investimento nas TI nas
- personalização massiva dos processos de produção.
- A tecnologia de controle de produção
- pode facilitar a personalização colaborativa,
- adaptativa, transparente, ou cosmética.
- Esta flexibilidade aumenta as margens,
- satisfação do cliente, e pode ser uma
- importante barreira de entrada;
- Aumento do investimento nas TI em
- desenho assistido por computador (1).
- Os sistemas CAD facilitam a rapidez do
- desenvolvimento e introdução de novos produtos,
- o que pode potenciar diferenças proprietárias nos mesmos.
- A diferenciação do produto pode ser uma barreira de entrada;
- Aumento do investimento nas TI em desenho assistido por computador (2).
- As diferenças proprietárias dos produtos podem ser
- usadas para criar incompatibilidades com os produtos
- da concorrência (como qualquer utilizador de computador sabe).
- Estas incompatibilidades aumentam os custos nas trocas de clientes.
- Estes custos, quando elevados,
- são uma barreira de entrada de grande valor
- (veja-se o caso da Microsoft, por exemplo);
- Aumento do investimento nas TI em comércio electrónico (E-commerce).
- Os websites das empresas podem ser personalizados
- segundo os interesses dos clientes, expectativas e
- necessidades comerciais. Também podem ser utilizados
- para criar a sensação de comunidade. Ambos tendem a
- aumentar a fidelidade do cliente, que constitui uma
- importante barreira de entrada;
- Aumento do investimento nas TI em estabilidade.
- As empresas tecnologicamente sofisticadas com
- múltiplos pontos de contacto entre consumidores,
- fornecedores, e outros parecem ser mais estáveis.
- Esta aparência de estabilidade pode constituir uma barreira de entrada,
- especialmente verdade nos serviços financeiros.
- O simples fato que o investimento nas TI requer fundo
- s torna-se uma barreira de entrada.
- Tudo o que aumentar os requisitos de capital torna-se uma barreira de entrada.
[editar]Desenvolvimento histórico
O papel dos sistemas de informação de negócios alterou-se
e expandiu-se durante as últimas quatro décadas.
e expandiu-se durante as últimas quatro décadas.
Na década de 1950-1960, os "sistemas eletrônicos de
processamento de dados" apenas podiam ser adquiridos
pelas maiores organizações. Eram usados para registrar e
armazenar dados de arquivo como artigos jornalísticos e
jornais especializados - papel de suporte às operações.
processamento de dados" apenas podiam ser adquiridos
pelas maiores organizações. Eram usados para registrar e
armazenar dados de arquivo como artigos jornalísticos e
jornais especializados - papel de suporte às operações.
Pela anos 1960, os "sistemas de informação de gestão"
foram usados para gerar uma gama limitada de relatórios
pré-definidos, incluindo relatórios de lucro (eram designados
por P & L's na altura), balanços e relatórios de vendas. T
entava-se que atuassem no papel de suporte às tomadas
de decisão, embora ainda não fossem capazes.
foram usados para gerar uma gama limitada de relatórios
pré-definidos, incluindo relatórios de lucro (eram designados
por P & L's na altura), balanços e relatórios de vendas. T
entava-se que atuassem no papel de suporte às tomadas
de decisão, embora ainda não fossem capazes.
Pela anos 1970, os "sistemas de suporte à decisão"
foram introduzidos. Eram interactivos no sentido de que
o utilizador podia escolher numerosas opções e configurações
. Não só o utilizador podia personalizar os resultados
, mas também configurar os programas para as suas
necessidades específicas. No entanto, isso teve o seu custo:
como parte do acordo de aluguel do sistema, ter-se-ia que
pagar a um técnico de sistemas IBM para estar permanentemente no local.
foram introduzidos. Eram interactivos no sentido de que
o utilizador podia escolher numerosas opções e configurações
. Não só o utilizador podia personalizar os resultados
, mas também configurar os programas para as suas
necessidades específicas. No entanto, isso teve o seu custo:
como parte do acordo de aluguel do sistema, ter-se-ia que
pagar a um técnico de sistemas IBM para estar permanentemente no local.
A inovação nos anos 1980 foi a introdução da
computação descentralizada. Em oposição
a um único (e grande) computador para toda a
empresa, vários PC's podiam ser espalhados pela
organização, o que significava que não era mais necessário
enviar o trabalho para o departamento de computadores
para processamento (em fila de espera) e esperar pelos
técnicos para realizar o procedimento: cada utilizador
tinha o seu próprio computador e podia personalizá-lo
segundo as suas necessidades. Muitos deles tinham que
lidar e aprender os controversos protocolos do DOS, funções da BIOS e scripts batch de DOS.
computação descentralizada. Em oposição
a um único (e grande) computador para toda a
empresa, vários PC's podiam ser espalhados pela
organização, o que significava que não era mais necessário
enviar o trabalho para o departamento de computadores
para processamento (em fila de espera) e esperar pelos
técnicos para realizar o procedimento: cada utilizador
tinha o seu próprio computador e podia personalizá-lo
segundo as suas necessidades. Muitos deles tinham que
lidar e aprender os controversos protocolos do DOS, funções da BIOS e scripts batch de DOS.
Conforme as pessoas iam-se sentindo confortáveis
na manipulação dos computadores, descobriam
também as potencialidades que os seus sistemas lhes ofereciam.
Os computadores, em vez de criarem uma sociedade sem papel,
como foi previsto, produziram montanhas de papel, na sua maioria s
em qualquer valor. Toneladas de relatórios foram gerados apenas
porque era possível. Esta sobrecarga de informação foi reduzida
algures nos anos 1980 com a introdução dos
"sistemas de informação executiva".
Estes refinaram o processo, oferecendo ao
executivo exatamente aquilo que procuravam,
e apenas isso.
na manipulação dos computadores, descobriam
também as potencialidades que os seus sistemas lhes ofereciam.
Os computadores, em vez de criarem uma sociedade sem papel,
como foi previsto, produziram montanhas de papel, na sua maioria s
em qualquer valor. Toneladas de relatórios foram gerados apenas
porque era possível. Esta sobrecarga de informação foi reduzida
algures nos anos 1980 com a introdução dos
"sistemas de informação executiva".
Estes refinaram o processo, oferecendo ao
executivo exatamente aquilo que procuravam,
e apenas isso.
Os anos 1980 também viram nascer a primeira aplicação
comercial de técnicas de inteligência artificial na forma dos
"sistemas inteligentes". Estes programas podiam gerar
conselhos dentro de uma área muito limitada.
A promessa do suporte à tomada de decisão,
inicialmente tentada pelos sistemas de informação
de gestão dos anos 1960 tinham, passo a passo, dado os seus frutos
comercial de técnicas de inteligência artificial na forma dos
"sistemas inteligentes". Estes programas podiam gerar
conselhos dentro de uma área muito limitada.
A promessa do suporte à tomada de decisão,
inicialmente tentada pelos sistemas de informação
de gestão dos anos 1960 tinham, passo a passo, dado os seus frutos
Os anos 1990 trouxeram a introdução dos
"sistemas de informação estratégicos",
devido em grande parte à evolução da gestão estratégica
pelos académicos, como M. Porter, T. Peters, J. Reise, C. Markides,
e J. Barney nos anos 1980.
A vantagem competitiva tornou-se um assunto ativamente discutido
no contexto da gestão e as empresas de software ansiavam oferecer as ferramentas.
"sistemas de informação estratégicos",
devido em grande parte à evolução da gestão estratégica
pelos académicos, como M. Porter, T. Peters, J. Reise, C. Markides,
e J. Barney nos anos 1980.
A vantagem competitiva tornou-se um assunto ativamente discutido
no contexto da gestão e as empresas de software ansiavam oferecer as ferramentas.
O papel dos sistemas de informação no negócio tinha-se agora expandido,
incluindo o suporte estratégico.
O último passo foi a comercialização da Internet,
e o crescimento das intranets e extranets na virada do século.
incluindo o suporte estratégico.
O último passo foi a comercialização da Internet,
e o crescimento das intranets e extranets na virada do século.
[editar]Perspectivas de evolução
Na próxima década, prevê-se que os princípios de reengenharia
de M. Hammer sejam incorporados ainda mais nos sistemas
de informação de negócio. Hammer afirmou que melhor que
orientar uma empresa em especialidades funcionais (como
produção, contabilidade, marketing, etc.) e observando as
tarefas que cada função desempenha, era necessário estuda
r todo o processo desde a aquisição dos materiais, até à produção,
marketing e distribuição. A firma deveria ser, portanto, visualizada
como uma séria de processos. Cada vez mais software irá seguir
esta abordagem. Em última análise, irá existir um sistema de informação
de negócio totalmente integrado, dentro do qual irá circular, transparentemente
, todo o tipo de informação de negócio dentro da firma.
de M. Hammer sejam incorporados ainda mais nos sistemas
de informação de negócio. Hammer afirmou que melhor que
orientar uma empresa em especialidades funcionais (como
produção, contabilidade, marketing, etc.) e observando as
tarefas que cada função desempenha, era necessário estuda
r todo o processo desde a aquisição dos materiais, até à produção,
marketing e distribuição. A firma deveria ser, portanto, visualizada
como uma séria de processos. Cada vez mais software irá seguir
esta abordagem. Em última análise, irá existir um sistema de informação
de negócio totalmente integrado, dentro do qual irá circular, transparentemente
, todo o tipo de informação de negócio dentro da firma.
No seu livro Agenda, desenvolveu a idéia de incluir fornecedores e distribuidores.
Toda a cadeia de fornecimento, desde as matérias primas até ao cliente,
deviam ser vistos como um processo único. Por sua vez, não coincide
com a teoria de M. Porters de uma cadeia de valorduas décadas antes.
A diferença consiste em que Hammer incluiu formas de implementação
que podem ser mais facilmente traduzidas em algoritmos de software para suportar extranets.
Cada vez mais, os sistemas de informação para negócio irão orientar-se para
o suporte a uma cadeia de valor, em oposição ao suporte empresarial.
O modelo das ferramentas de software que representa esta nova tendência
é a plataforma de suites "Sistemas de gestão empresarial p2p" também conhecidos c
omo "gestão de fluxo de negócio" ou ainda "Oberon BWA".
Toda a cadeia de fornecimento, desde as matérias primas até ao cliente,
deviam ser vistos como um processo único. Por sua vez, não coincide
com a teoria de M. Porters de uma cadeia de valorduas décadas antes.
A diferença consiste em que Hammer incluiu formas de implementação
que podem ser mais facilmente traduzidas em algoritmos de software para suportar extranets.
Cada vez mais, os sistemas de informação para negócio irão orientar-se para
o suporte a uma cadeia de valor, em oposição ao suporte empresarial.
O modelo das ferramentas de software que representa esta nova tendência
é a plataforma de suites "Sistemas de gestão empresarial p2p" também conhecidos c
omo "gestão de fluxo de negócio" ou ainda "Oberon BWA".
No futuro, poderá chegar-se a um estado em que os sistemas
se desloquem das extranets para a Internet. Os clientes serão
considerados participantes integrados na cadeia de valor
e terão o mesmo acesso ao sistema de informação que os
fabricantes, fornecedores, distribuidores e facilitadores.
se desloquem das extranets para a Internet. Os clientes serão
considerados participantes integrados na cadeia de valor
e terão o mesmo acesso ao sistema de informação que os
fabricantes, fornecedores, distribuidores e facilitadores.
[editar]Associações e grupos
[editar]Ver também
- Análise econômica de sistemas de informações
- Sistemas de informação
- Arquitetura de informação
- Inteligência organizacional
- Informações gerenciais relevantes
- Comunicação mediada por computadores
- Gestão
- Marketing
- Sistemas de informação estratégicos
- Sistemas de gestão de recursos humanos (HCM)
- Sistema de informação contábil
- Novas tecnologias de informação e comunicação
Referências
- ↑ http://www.occ.treas.gov/handbook/mis.pdf
- ↑ O’Brien, J. Management Information Systems – Managing Information
- Technology in the Internetworked Enterprise. Boston: Irwin McGraw-Hill, 1999. ISBN 0071123733
- ↑ [[Philip Kotler|Kotler, Philip; Keller, Kevin Lane. ]]Marketing Management.
- 12 ed. [S.l.]: Pearson Education, 2006.

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